terça-feira, 9 de novembro de 2010

Ajuda e socorro

Certa feita, o Doutor Júlio David, nobre facultativo baiano, pediu a um motorista que o levasse urgente para atender a um paciente em determinado bairro da cidade. O motorista lhe respondeu que não podia, que iria se deitar, pois já era tarde. O médico insistiu, dizendo que precisava atender a um chamado urgente... O motorista respondeu insatisfeito: Estou cansado! Vire-se por aí. O que não falta são veículos... O doutor insistiu um tanto mais. Mas é tarde. Estamos perdendo tempo enquanto uma vida se vai diluindo. Seja rápido, leve-me por favor... Irritado, o motorista arrancou o carro e saiu resmungando: Ora essa. Era só o que me faltava aparecer. Não levo ninguém. Vou é dormir. Chegando à casa, que estava em alaridos e expectativas, o motorista mal-humorado defrontou com o filhinho de 5 anos em lamentável convulsão, semiasfixiado. Sem saber o que fazer, propôs colocá-lo no veículo para conduzi-lo ao Pronto Socorro, quando outro carro estacionou à porta e um médico saltou apressado. O médico examinou o caso e identificou o grande mal asmático. Aplicou imediatamente uma adrenalina no pequeno, ensejando reação orgânica que lhe permitia conduzir o paciente ao hospital com possibilidades de salvação. O motorista olhou o venerável senhor e baixou os olhos, envergonhado. Era o médico que ele se negara a trazer há pouco. O paciente a quem o médico precisava atender, com urgência, era seu próprio filho. Tantas vezes nos negamos a atender a um pedido que nos é feito porque achamos que não tem nada a ver conosco. Esquecemos a recomendação de Jesus de fazermos aos outros o que gostaríamos que os outros nos fizessem. Diz-nos o bom senso que devemos fazer o bem sem olhar a quem, e para o praticarmos uma única condição é necessária: a de que alguém precise do nosso auxílio. Não importa quem seja, que religião professe, a que nível social pertença. Nada disso importa se levarmos em conta que somos todos filhos do mesmo Pai, do Criador do Universo que a todos nos colocou no mundo para que nos ajudemos mutuamente. Costumamos dizer com frequência: Que Deus te ajude! E temos também que nos perguntar: Como é que Deus vai ajudar as pessoas, senão através das próprias pessoas? É importante que pensemos nisso. Deus conta conosco, e cada vez que alguém precisar de ajuda, nos questionemos: E se fosse um ente muito caro ao meu coração? Como é que eu gostaria que o tratassem? Agindo assim, jamais nos arrependeremos e certamente estaremos construindo um mundo bem melhor para todos nós. Controla a má vontade e vence as qualidades inferiores. O que negas a alguém te fará falta, agora ou depois. Reflexiona, portanto, vigilante, antes de reagir.

As flores encomendadas - Reflexão do dia 08/11/2010

Um grande carro de luxo parou diante do pequeno escritório à entrada do cemitério e o chofer, uniformizado, dirigiu-se ao vigia. - Você pode acompanhar-me, por favor? É que minha patroa está doente e não pode andar, explicou. Quer ter a bondade de vir falar com ela? Uma senhora de idade, cujos olhos fundos não podiam ocultar o profundo sofrimento, esperava no carro. - Nestes últimos dois anos mandei-lhe cinco dólares por semana. - Para as flores, lembrou o vigia. - Justamente. Para que fossem colocadas na sepultura de meu filho. - Vim aqui hoje, disse um tanto consternada, porque os médicos me avisaram que tenho pouco tempo de vida. Então quis vir até aqui para uma última visita e para lhe agradecer. O funcionário teve um momento de hesitação, mas depois falou com delicadeza: - Sabe, minha senhora, eu sempre lamentei que continuasse mandando o dinheiro para as flores. - Como assim? Perguntou a senhora. - É que... A senhora sabe... As flores duram tão pouco tempo, e afinal, aqui, ninguém as vê... - O senhor sabe o que está dizendo? Retrucou a senhora. - Sei, sim minha senhora. Pertenço a uma associação de serviço social, cujos membros visitam os hospitais e os asilos. Lá, sim, é que as flores fazem muita falta. Os internados podem vê-las e apreciar seu perfume. A senhora deixou-se ficar em silêncio por alguns segundos. Depois, sem dizer uma palavra, fez um sinal ao chofer para que partissem. Apenas alguns meses depois, o vigia foi surpreendido por outra visita. Duplamente surpreendido porque, desta vez, era a própria senhora que vinha guiando o carro. - Agora eu mesma levo as flores aos doentes, explicou-lhe, com um sorriso amável. O senhor tem razão. Os enfermos ficam radiantes e faz com que eu me sinta feliz. Os médicos não sabem a razão da minha cura, mas eu sei: é que eu reencontrei motivos para viver. Não esqueci meu filho, pelo contrário, dou as flores em seu nome e isso me dá forças. Esta senhora descobrira o que quase todos não ignoramos, mas muitas vezes esquecemos. Auxiliando os outros, conseguimos auxiliar a nós mesmos.

Uma História de Amor - Reflexão do dia 07/11/2010

Era uma vez uma ilha onde moravam os seguintes sentimentos:
a alegria, a tristeza, a vaidade, o amor e outros.
Um dia avisaram para os moradores dessa ilha que ela ia ser inundada .Apavorado, o amor cuidou para que todos os sentimentos se salvassem. Ele então falou:
- Fujam todos, a ilha vai ser inundada!
Todos correram para seus barquinhos, para irem a um morro bem alto. Só o amor não se apressou, pois queria ficar um pouco mais com sua ilha. Quando já estava se afogando correu para pedir ajuda. Estava passando a riqueza e ele disse:
- Riqueza leve-me com você!
Ela respondeu:
- Não posso, meu barco está cheio de ouro e prata e você não vai caber!
Passou então a vaidade e ele pediu:
- Oh! vaidade, leve-me com você!
- Não posso, vai sujar meu barco!
Logo atrás vinha a tristeza.
- Tristeza, posso ir com você?
- Ah amor! Estou tão triste que prefiro ir sozinha!
Passou a alegria, mas estava tão alegre que nem escutou o amor chamar por ela.
Já desesperado, achando que ia ficar só, o amor começou a chorar. Então passou um barquinho onde estava um velhinho, e ele falou:
- Sobe amor que eu te levo.
O amor ficou radiante de felicidade que até esqueceu de perguntar o nome do velhinho. Chegando ao morro bem alto, onde estavam os sentimentos, ele perguntou à sabedoria:
- Sabedoria, quem era o velhinho que me trouxe aqui?
Ela respondeu:
- O tempo!
- O tempo?? Mas por que o tempo? 

- Por que só o tempo é capaz de entender um grande amor.

Sorrir sempre dá certo - Reflexão do dia 06/11/2010

"Um sorriso não custa nada, mas faz muito.
Enriquece aquele que o recebe,
sem empobrecer aquele que o dá.
Acontece num lampejo e a
sua lembrança,às vezes,dura para sempre.
Ninguém é tão rico a ponto
de dispensá-lo e ninguém
é tão pobre que não possa oferecê-lo;
porém, ambos se enriquecem
com seus benefícios.
Ele cria felicidade no lar,
favorece a boa disposição e a amizade.
É repouso para o fatigado,
luz do dia para o desanimado,
raio de sol para o triste e o melhor
antídoto contra a preocupação.
Entretanto não pode
ser comprado,tomado emprestado
ou roubado,pois é algo que não
constitui bem terreno
para ninguém, até ser doado.
Ninguém precisa
tanto de um sorriso como
aqueles que não
tem mais nada para dar".

Quer saber se dá certo?
Faça!!
SORRIA!!!

Oswaldo Melantonio

Woo Sing e o Espelho - Reflexão do dia 05/11/2010

Um dia, o pai de Woo Sing chegou em casa com um espelho trazido da cidade grande.
Woo Sing nunca vira um espelho na vida. Dependuraram-no na sala enquanto ele estava brincando lá fora; quando voltou, não compreendeu o que era aquilo, pensando estar na presença de outro menino.
Ficou muito alegre, achando que o menino viera brincar com ele.
Ele falou muito amigavelmente com o desconhecido, mas não teve resposta.
Riu e acenou para o menino no vidro, que fazia a mesma coisa, exatamente da mesma maneira.
Então, Woo Sing pensou: "Vou chegar mais perto. Pode ser que ele não esteja me escutando." Mas quando começou a andar, o outro menino logo o imitou.
Woo Sing estacou e ficou pensando nesse estranho comportamento. E disse para si mesmo:
"Esse menino está zombando de mim; faz tudo o que eu faço!"
E quanto mais pensava, mais zangado ficava. E logo reparou que o menino estava zangado também.
Isso acabou de exasperar Woo Sing! Deu um tapa no menino, mas só conseguiu machucar a mão, e foi chorando até seu pai. Este lhe disse:
- O menino que você viu era a sua própria imagem. Isso deve ensinar você uma importante lição, meu filho. Tente não perder a cabeça com as outras pessoas. Você bateu no menino no vidro e só conseguiu machucar a si mesmo.
"E lembre-se: na vida real, quando você agride sem motivo, o mais magoado é você mesmo."

Extraído de: O Livro das Virtudes II - O Compasso Moral
William J. Bennet - Editora Nova Fronteira

Acordar - Reflexão do dia 04/11/2010

Você sabe o que significa a palavra "acordar"?
Vamos fazer uma brincadeira e separar em sílabas da palavra acordar:
A-cor-dar. Viu?
Significa dar a cor, colocar o coração em tudo que faz.
Existem pessoas que acordam às 6h da tarde. É isso mesmo!
Pela manhã caem da cama, são jogadas da cama, mas passam o dia todo dormindo.
E existem alguns, acredite, que passam a vida toda e não conseguem acordar.
Eu tive um amigo que acordou aos 54 anos de idade.
Ele me disse:
- Descobri que estou na profissão errada!
E ele já estava se aposentando...
Imagine o trauma que esse amigo criou para si, para os colegas de trabalho, para a sua família!
Foi infeliz durante toda sua vida profissional porque simplesmente não "acordou".
Eu, na época, era muito jovem, mas compreendi bem o que ele estava me ensinando naquele momento.
Por mais cinzento que possa estar sendo o dia de hoje, ele tem exatamente a cor que dou a ele.
Sabe por quê?
Por que a vida tem a cor que "a gente pinta".
O engraçado é que os dias são todos exclusivos.
Cada dia é um novo dia, ninguém o viveu.
Ele está ali, esperando que eu e você façamos com que ele seja o melhor da nossa vida.
Os meus dias são os mais lindos da face da Terra porque eu os faço ser os mais lindos da face da Terra.
Acredite em você!
O universo é o limite!
Dê a você a oportunidade de "a-cor-dar" todos os dias e compartilhar com os outros o que Deus nos dá de melhor:
O privilégio de ser e fazer os outros felizes.

A lição - Reflexão do dia 03/11/2010

As sandálias do discípulo ressoavam surdamente nos degraus de pedra que levavam aos porões do velho mosteiro. Empurrou a pesada porta de madeira que cerrava os aposentos do ancião e custou a localizá-lo na densa penumbra, o rosto velado por um capuz, sentado atrás de enorme escrivaninha onde, apesar do escuro, fazia anotações num grande livro, tão velho quanto ele. E o discípulo o inquiriu: - Mestre, qual o sentido da vida? O idoso monge, permanecendo em silêncio, apenas apontou um pedaço de pano, um trapo grosseiro no chão junto à parede e logo após, seu indicador ossudo e encarquilhado mostrou logo acima, no alto do aposento o vidro da janela, opaco sob décadas de poeira e teias de aranha. O discípulo pegou o pano e subindo em algumas prateleiras de uma pesada estante forrada de livros conseguiu alcançar a vidraça, começando então a esfregá-la com vigor, retirando a sujeira que impedia sua transparência. O sol inundou o aposento, banhando com sua luz estranhos objetos, instrumentos raros e dezenas de papiros e pergaminhos com misteriosas anotações e signos cabalísticos. O discípulo, sem caber em si de contentamento, a fisionomia denotando o brilho da satisfação declarou: - Entendi, mestre. Devemos nos livrar de tudo que obstrue nosso aprendizado; buscar retirar o pó dos preconceitos e as teias das opiniões que impedem que a luz do conhecimento nos atinja e só então poderemos enxergar as coisas com mais nitidez, partindo então para a evolução. E assim, o jovem discípulo fez uma reverência deixou o aposento, agora iluminado, a fim de dividir com os outros a lição recém aprendida. O velho monge, o rosto enrugado ainda encoberto pelo largo capuz, os raios do sol da manhã agora banhando-o com uma claridade a que se desacostumara, viu o discípulo se afastando e deixou escapar um tênue sorriso. - Mais importante do que aquilo que alguém mostra é o que o outro enxerga... pensou ele. E murmurando baixinho: - Eu só queria que ele colocasse o pano no lugar de onde caiu.

Na hora certa - Reflexão do dia 02/11/2010

Certa vez ouvi uma história contada por um velho amigo que gostava de fazer passeios de barco.

Ele estava em um de seus passeios e ao caminhar pelo navio, viu um dos membros da tripulação escalando as cordas, indo até o " ninho do corvo ".

Quando estava na metade da escalada, o navio balançou, pendeu para um lado e ele foi jogado ao mar.

Quando bateu na água, começou a gritar por ajuda enquanto batia os braços descontroladamente, se esforçando para sobreviver.

Meu amigo viu que um marinheiro observava o homem na água de forma calma e tranqüila, sem esboçar nenhuma reação.

Após um curto tempo o homem na água se cansou e começou a afundar. Imediatamente o marinheiro que observava tranqüilo saltou ao mar e salvou a vítima que se afogava. Depois que ambos estavam em segurança à bordo, meu amigo foi até o marinheiro que fez o resgate e perguntou:

- Porque você esperou tanto tempo para saltar na água e salvar este homem?

Com a mesma calma, o marinheiro respondeu:

- Eu percebi que o homem lutava muito na água e era grande a possibilidade de ambos morrerem se eu saltasse rapidamente. Há muito tempo eu aprendi que é melhor deixá-lo lutar por algum tempo, e quando chegar ao fim de sua própria força, eu posso saltar na água e salvá-lo com segurança.

Você se sente como o homem que se afogava nesta história?

Você caiu de seu lugar cheio de conforto e segurança, e você está lutando por sua sobrevivência?

Você gritou pedindo à Deus para vir salvá-lo?

Jamais perca a fé! Deus só está lhe dando a oportunidade de salvar-se por si mesmo.

Se suas forças chegarem ao fim, Deus saltará na água e salvá-lo!

Um milagre chamado solidariedade! - Reflexão do dia 01/11/2010

Zé estava voltando para casa, vindo da escola, um dia, quando ele percebeu que o garoto andando na frente dele tinha tropeçado e deixado cair todos os livros que ele estava carregando, uma bola de futebol e um pequeno radinho. Zé ajoelhou-se ajudou o garoto a pegar os seus objetos que estavam esparramados pelo chão.
Já que eles estavam indo na mesma direção, Zé ajudou a carregar um pouco os objetos. Enquanto eles caminhavam, Zé descobriu que o nome do garoto era Toinho, que ele adorava vídeo game, futebol e história, que ele estava tendo muita dificuldade com as outras matérias, e que ele tinha acabado de terminar com sua namorada.
Eles chegaram à casa de Toinho primeiro e Zé foi convidado a entrar para tomar um suco e assistir um pouco de televisão. A tarde passou agradavelmente com algumas risadas e um papinho de vez em quando, até que Zé decidiu ir para casa.
Eles continuaram a se encontrar na escola, almoçavam juntos de vez em quando, até que ambos se formaram do primeiro colegial. Eles ficaram na mesma escola, onde eles continuaram amigos ao passar dos anos. Finalmente, o tão esperado ano do terceiro colegial chegou, e 3 semanas antes da formatura, Toinho pediu para Zé se eles poderiam conversar um pouco. Toinho lembrou Zé do dia, anos atrás, quando eles se conheceram.
Toinho perguntou:
- Você nunca se perguntou porque eu estava carregando tantas coisas para a minha casa naquela dia? Eu estava limpando o meu armário na escola porque eu não queria deixá-lo uma bagunça para a próxima pessoa que o fosse usar. Naquele dia, eu tinha escondido alguns dos calmantes da minha mãe e estava indo para minha casa para cometer suicídio. Mas, depois de termos passado aquele dia juntos, conversando e rindo, eu percebi que se eu tivesse me matado, eu teria perdido aquele momento e tantos outros que estariam por vir. Então, você está vendo Zé, que quando você me ajudou a pegar aqueles livros do chão aquele dia, você fez muito mais do que somente me ajudar. Você salvou a minha vida....
Cada pequeno " oi ", cada pequeno sorriso, cada pequena ajuda é capaz de salvar um coração machucado. Mande essa mensagem para seus amigos. Com essa mensagem também vem a mensagem, da pessoa que o mandou, dizendo que VOCÊ é especial.
Há um milagre chamado "Amizade".
Você não sabe como ela aconteceu ou quando começou, mas você sabe a alegria que ela traz e percebe que a "Amizade" é um dos dons mais preciosos que o ser humano possue.
Amigos são jóias preciosas, realmente, e duram até a eternidade.
Eles nos fazem sorrir e nos encorajam para o sucesso. Eles estão sempre ali para nos ouvir, para nos elogiar, e estão sempre de corações abertos para nos receber.

Humildade - Reflexão do dia 31/10/2010

Leonardo Boff explica: 

"No intervalo de uma mesa-redonda sobre religião e paz entre os povos, na qual ambos (eu e o Dalai Lama) participávamos, eu, maliciosamente, mas também com interesse teológico, lhe perguntei em meu inglês capenga:
- "Santidade, qual é a melhor religião?”
Esperava que ele dissesse:
"É o budismo tibetano" ou "São as religiões orientais, muito mais antigas do que o cristianismo."
O Dalai Lama fez uma pequena pausa, deu um sorriso, me olhou bem nos olhos - o que me desconcertou um pouco, por que eu sabia da malícia contida na pergunta - e afirmou:
"A melhor religião é a que mais te aproxima de Deus, do Infinito". É aquela que te faz melhor.
Para sair da perplexidade diante de tão sábia resposta, voltei a perguntar:
- "O que me faz melhor?"
Respondeu ele:
-"Aquilo que te faz mais compassivo"
(e aí senti a ressonância tibetana, budista, taoísta de sua resposta), aquilo que te faz mais sensível, mais desapegado, mais amoroso, mais humanitário, mais responsável... Mais ético...
A religião que conseguir fazer isso de ti é a melhor religião..."
Calei, maravilhado, e até os dias de hoje estou ruminando sua resposta sábia e irrefutável...
Não me interessa amigo, a tua religião ou mesmo se tem ou não tem religião.
O que realmente importa é a tua conduta perante o teu semelhante, tua família, teu trabalho, tua comunidade, perante o mundo...
Lembremos:
"O Universo é o eco de nossas ações e nossos pensamentos".
A Lei da Ação e Reação não é exclusiva da Física. Ela está também nas relações humanas. Se eu ajo com o bem, receberei o bem. Se ajo com o mal, receberei o mal.
Aquilo que nossos avós nos disseram é a mais pura verdade: "terás sempre em dobro aquilo que desejares aos outros". 

Para muitos, ser feliz não é questão de destino. É de escolha. 

Pense nisso.

Quatro velas... - Reflexão 30/10/2010

Quatro velas estavam queimando calmamente. O ambiente estava tão silencioso que se podia ouvir o diálogo entre elas.
A Primeira Vela disse:
- Eu sou a PAZ e apesar da minha luz, as pessoas não conseguem manter-me acesa. (Em seguida, a sua chama, devagarzinho apagou-se totalmente).
A segunda vela disse:
- Eu sou A FÉ. Infelizmente sou supérflua para muitas pessoas. Elas não querem saber de Deus, por isso, não faz sentido continuar queimando.
(Ao terminar a sua fala, um vento bateu levemente sobre ela e a chama apagou-se)
Baixinho e triste a 3ª vela manifestou-se:
- Eu sou o AMOR, não tenho mais forças para queimar. As pessoas deixam-me de lado, porque só se vêem a elas mesmas, esquecem até aqueles que estão à sua volta.
E também se apagou.
De repente, chegou uma criança e viu as 3 velas apagadas...
- Que é isto? Vocês devem ficar acesas e queimar até ao fim.
Então a Quarta vela falou:- Não tenhas medo, criança. Enquanto eu estiver acesa, poderemos acender as outras velas...

Pausa para reflexão...

Quando apagamos as chamas da Paz, da Fé e do Amor, ainda assim nem tudo está perdido... Alguma coisa há de ter restado dentro da gente. E isto tem que ser preservado, acima de tudo...

Estão a criança pegou na vela da ESPERANÇA e acendeu novamente as que estavam apagadas... (As quatro velas ficam acesas).


Que à vela da Esperança nunca se apague dentro de ti. Ela é a luz ao fundo do túnel. O caminho da felicidade precisa antes ser pavimentada com a esperança.
A felicidade nem sempre bate à nossa porta. Para tê-la é preciso uma busca incessante e, ao encontrá-la ter a coragem de trazê-la para dentro de nós.
"Uma vela não perde sua chama, acendendo outra".

Fazendo diferença... - Reflexão do dia 29/10/2010

Um escritor tinha o hábito de caminhar na praia todas as manhãs para refrescar as idéias e buscar inspiração para escrever à tarde.

Numa certa manhã, durante seu passeio matinal pela praia, ele avistou de longe um jovem arremessando algo no mar.

Aquilo despertou a curiosidade do escritor que resolveu ver de perto do que se tratava. 

Ao chegar próximo do jovem, o escritor perguntou:

- O que você está fazendo?

O jovem respondeu:

- Existem estrelas-do-mar que estão desidratadas devido ao forte calor. Como a maré está baixa, estou jogando-as de volta ao mar para que não morram.

O escritor, com ar de deboche, falou ao jovem:

- Não sei se você percebeu, mas existem centenas de milhares de estrelas-do-mar espalhadas na areia desta praia que tem centenas de quilômetros de extensão. Se você jogar uma ou outra estrela-do-mar de volta ao oceano, isso não vai fazer qualquer diferença no total.

Sem se perturbar, o jovem pegou uma estrela-do-mar e jogou no mar. Olhou para o escritor e disse:

- Para essa eu fiz diferença!

O escritor voltou para casa e naquela tarde não conseguiu escrever nada. À noite não conseguiu dormir. Na manhã seguinte, ele estava junto ao jovem jogando estrelas-do-mar de volta ao oceano…

Se podes imaginar, podes conseguir - Reflexão do dia 23/10/2010

Certa lenda conta, que estavam duas crianças patinado em cima de um lago congelado. Era uma tarde nublada e fria e as crianças brincavam sem preocupação. De repente, o gelo se quebrou e uma das crianças caiu na água. A outra criança, vendo que seu amiguinho se afogava debaixo do gelo, pegou uma pedra e começou a golpear com todas as sua forças, conseguindo quebrá-lo e salvar seu amigo.
Quando os bombeiros chegaram e viram o que havia acontecido, perguntaram ao menino.
- Como você fez?
É impossível, que vc tenha quebrado o gelo com essa pedra, com suas mãos tão pequenas!
Nesse instante apareceu um ancião e disse:
- Eu sei como ele conseguiu.
Todos perguntaram:
- Como?
O ancião respondeu:
- Não havia ninguém ao seu redor, para lhe dizer que era impossível...

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

A marca do AMOR

Um menino tinha uma cicatriz no rosto, as pessoas de seu colégio não falavam com ele e nem sentavam ao seu lado, na realidade quando os colegas de seu colégio o viam franziam a testa devido à cicatriz ser muito feia.


Então a turma se reuniu com o professor e foi sugerido que aquele menino da cicatriz não freqüentasse mais o colégio, o professor levou o caso à diretoria do colégio.



A diretoria ouviu e chegou à seguinte conclusão:



Que não poderia tirar o menino do colégio, e que conversaria com o menino e ele seria o ultimo a entrar em sala de aula, e o primeiro a sair, desta forma nenhum aluno via o rosto do menino, a não ser que olhassem para trás.



O professor achou magnífica a idéia da diretoria, sabia que os alunos não olhariam mais para trás. Levado ao
conhecimento do menino da decisão ele prontamente aceitou a imposição do colégio, com uma condição:



Que ele compareceria na frente dos alunos em sala de aula, para dizer o por quê daquela CICATRIZ.



A turma concordou, e no dia o menino entrou em sala dirigiu-se a frente da sala de aula e começou a relatar:



- Sabe turma eu entendo vocês, na realidade esta cicatriz é muito feia, mas foi assim que eu a adquiri:



- Minha mãe era muito pobre e para ajudar na alimentação de casa minha mãe passava roupa para fora, eu tinha por volta de 7 a 8 anos de idade...
A turma estava em silencio atenta a tudo .



O menino continuou: além de mim, haviam mais 3 irmãozinhos, um de 4 anos, outro de 2 anos e uma irmãzinha com apenas alguns dias de vida.



Silêncio total em sala.



-... Foi aí que não sei como, a nossa casa que era muito simples, feita de madeira começou a pegar fogo, minha mãe
correu até o quarto em que estávamos pegou meu irmãozinho de 2 anos no colo, eu e meu outro irmão pelas mãos e nos levou para fora, havia muita fumaça, as paredes que eram de madeira, pegavam fogo e estava muito quente... Minha mãe colocou-me sentado no chão do lado de fora e disse-me para ficar com eles até ela voltar, pois minha mãe tinha que voltar para pegar minha irmãzinha que continuava lá dentro da casa em chama. Só que quando minha mãe tentou entrar na casa em chamas as pessoas que estavam ali, não deixaram minha mãe buscar minha irmãzinha, eu via minha mãe gritar:



- " Minha filhinha está lá dentro! " Vi no rosto de minha mãe o desespero, o horror e ela gritava, mas aquelas pessoas não deixaram minha mãe buscar minha irmãzinha...



Foi aí que decidi. Peguei meu irmão de 2 anos que estava em meu colo e o coloquei no colo do meu irmãozinho de 4 anos e disse-lhe que não saísse dali até eu voltar. Saí de entre as pessoas, sem ser notado e quando perceberam eu já tinha entrado na casa. Havia muita fumaça, estava muito quente, mas eu tinha que pegar minha irmãzinha. Eu sabia o quarto em que ela estava. Quando cheguei lá ela estava enrolada em um lençol e chorava muito...
Neste momento vi caindo alguma coisa, então me joguei em cima dela para protegê-la, e aquela coisa quente encostou-se em meu rosto...



A turma estava quieta atenta ao menino e envergonhado, então o menino continuou: Vocês podem achar esta CICATRIZ feia, mas tem alguém lá em casa que acha linda e todo dia quando chego em casa, ela, a minha irmãzinha me beija porque sabe que é marca de AMOR.



Vários alunos choravam, sem saber o que dizer ou fazer, mas o menino foi para o fundo da classe e imovelmente sentou-se.



Para você que leu esta história, queria dizer que o mundo está cheio de CICATRIZES. Não falo da CICATRIZEs visíveis mas das cicatrizes que não se vêem, estamos sempre prontos a abrir cicatrizes nas pessoas, seja com palavras ou com nossas ações.



Essas cicatrizes eram nossas, mas Jesus, pulou em cima da gente, protegeu-nos e ficou com todas as nossas CICATRIZES..



Essas também são marcas de AMOR.



Nunca se esqueça disso!

Uma xícara de chá - Reflexão do dia 27/10/2010

Nan-In, um mestre japonês durante a era Meiji (1868-1912), recebeu um professor de universidade que veio lhe inquirir sobre Zen. Este iniciou um longo discurso intelectual sobre suas dúvidas.

Nan-In, enquanto isso, serviu o chá. Ele encheu completamente a xícara de seu visitante, e continuou a enchê-la, derramando chá pela borda.

O professor, vendo o excesso se derramando, não pode mais se conter e disse:

"Está muito cheio. Não cabe mais chá!"

"Como esta xícara," Nan-in disse, "você está cheio de suas próprias opiniões e especulações. Como posso eu lhe demonstrar o Zen sem você primeiro esvaziar sua xícara?"

O Obstáculo mais Difícil da Vida - Reflexão do dia 26/10/2010


Um grande sábio possuía três filhos jovens, inteligentes e consagrados à sabedoria.

Em certa manhã, eles altercavam a propósito do obstáculo mais difícil no grande caminho da vida.
No auge da discussão, prevendo talvez conseqüências desagradáveis, o genitor benevolente chamou-os a si e confiou-lhes curiosa tarefa.
Iriam os três ao palácio do príncipe governante, conduzindo algumas dádivas que muito lhes honraria o espírito de cordialidade e gentileza.
O primeiro seria o portador de rico vaso de argila preciosa.
O segundo levaria uma corça rara.
O terceiro transportaria um bolo primoroso da família.
O trio recebeu a missão com entusiástica promessa de serviço para a pequena viagem de três milhas; no entanto, no meio do caminho, começaram a discutir.
O depositário do vaso não concordou com a maneira pela qual o irmão puxava a corça delicada, e o responsável pelo animal dava instruções ao carregador do bolo, a fim de que não tropeçasse, perdendo o manjar; este último aconselhava o portador do vaso valioso, para que não caísse.
O pequeno séqüito seguia, estrada afora, dificilmente, porquanto cada viajante permanecia atento as obrigações que diziam respeito aos outros, através de observações acaloradas e incessantes. Em dado momento, o irmão que conduzia o animalzinho, olvida a própria tarefa, a fim de consertar a posição da peça de argila nos braços do companheiro, e o vaso, premido pelas inquietações de ambos, escorrega, de súbito, para espatifar-se no cascalho.
Com o choque, o distraído orientador da corça perde o governo do animal, que foge espantado.
O carregador do bolo avança para sustar-lhe a fuga, e o bolo se perde totalmente no chão.
Desapontados e irritadiços, os três rapazes voltam a presença do pai, apresentando cada qual a sua queixa de derrota.
O sábio, porém, sorriu e explicou-lhes:
-- Aproveitem o ensinamento da estrada. Se cada um de vocês estivesse vigilante na própria tarefa, não colheriam as sombras do fracasso. O mais intrincado problema do mundo, meus filhos, é o de cada homem cuidar das próprias tarefas, sem intrometer-se nas atividades alheias.
Enquanto cogitamos de responsabilidades que competem aos outros, as nossas viverão esquecidas.
Autor desconhecido

Projetos da vida - Reflexão do dia 25/10/2010

Era uma vez um riacho de águas cristalinas, muito bonito, que serpenteava entre as montanhas.



Em certo ponto de seu percurso, notou que à sua frente havia um pântano imundo, por onde deveria passar.



Olhou, então, para Deus e protestou:



- " Senhor, que castigo! Eu sou um riacho tão límpido, tão formoso, e você me obriga a atravessar um pântano sujo como esse! Como faço agora? "



Deus respondeu:



- "Isso depende da sua maneira de encarar o pântano. Se ficar com medo, você vai diminuir o ritmo de seu curso, dará voltas e, inevitavelmente, acabará misturando suas águas com as do pântano, o que o tornará igual a ele. Mas, se você o enfrentar com velocidade, com força, com decisão, suas águas se espalharão sobre ele, a umidade as transformará em gotas que formarão nuvens, e o vento levará essas nuvens em direção ao oceano. Aí você se transformará em mar ".



Assim é a vida.



Moral da História: As pessoas engatinham nas mudanças. Quando ficam assustadas, paralisadas, pesadas, tornam-se tensas e perdem a fluidez e a força.
É preciso entrar pra valer nos PROJETOS DA VIDA, ATÉ QUE O RIO SE TRANSFORME EM MAR.
Se uma pessoa passar a vida toda evitando sofrimento, também acabará evitando o prazer que a vida oferece. Há milhares de tesouros guardados em lugares onde precisamos ir para descobri-los. Há tesouros guardados numa praia deserta, numa noite estrelada, numa viagem inesperada, num salto de asa-delta... 
O importante é ir ao encontro deles, ainda que isso exija uma boa dose de coragem e desprendimento.
Não procure o sofrimento. Mas, se ele fizer parte da conquista, enfrente-o e supere-o. Arrisque, ouse, avance na vida.
Ela é uma aventura gratificante para quem tem coragem de arriscar." 

Perder, é ganhar por muito menos - Reflexão do dia 24/10/2010

“Um dia um homem já de certa idade foi pegar um ônibus. Enquanto subia,um de seus sapatos escorregou do seu pé e caiu para o lado de fora. A porta  se fechou e o ônibus partiu. Ao ver que seria impossível recuperar o pé de sapato perdido, o homem tranqüilamente retirou o seu outro sapato e jogou-o pela janela”.

Um rapaz no ônibus, vendo o que aconteceu perguntou :
- Notei que o senhor fez. Porque jogou fora o seu outro sapato?
O homem prontamente respondeu:
- De forma que quem encontrar seja capaz de usa-lo. Provavelmente apenas alguém necessitado dará importância a um sapato usado encontrado na rua. E de nada adiantará apenas um pé de sapato”.
O homem mostrou ao jovem que não vale a pena agarrar-se a algo simplesmente
por possuí-lo e nem porque você não deseja que outro o tenha.

Moral da História: Como o homem da história , Nós temos que aprender a se desprender . Alguma força

decidiu que era hora daquele homem perder seu sapato. Perdemos coisa o tempo todo, inicialmente pode parecer injusto, mas essa perda acontece de modo que mudanças possam acontecer em nossas vidas, na maioria das vezes positivas.
Acumular posses não nos faz melhor e nem faz o mundo melhor. Todos têm que decidir constantemente se algumas coisas devem manter seu curso em nossa vida ou se estariam melhor com outros. 

Ensinamento - Reflexão do dia 22/10/2010

Um avô cherokee, ensinava os costumes e filosofia de vida tribais para seu neto.

" Uma terrível luta está sendo travada dentro de mim, entre dois lobos.

Um dos lobos é mau: ele é a raiva, a inveja, a tristeza, a cobiça, a arrogância, a culpa, o ressentimento, a inferioridade, as mentiras e o egoísmo.
O outro lobo é bom: é a alegria, a paz, o amor, a esperança, a serenidade, a humildade, a bondade, a generosidade, a verdade, a compaixão e a fé. "
Olhando nos olhos do neto continuou:
- Esta mesma luta está sendo travada dentro de vc e de todas as pessoas do mundo.
O neto pensou um instante e perguntou ao avô:
- Qual lobo vencerá?
O velho índio respondeu:
- Aquele que você alimentar

A importância do perdão - Reflexão do dia 21/10/2010

O pequeno Zeca entra em casa, após a aula, batendo forte os seus pés no assoalho da casa. Seu pai, que estava indo para o quintal fazer alguns serviços na horta, ao ver aquilo chama o menino para uma conversa.
Zeca, de oito anos de idade, o acompanha desconfiado. Antes que seu pai dissesse alguma coisa, fala irritado:
- Pai estou com muita raiva. O Juca não deveria ter feito comigo. Desejo tudo de ruim para ele.
Seu pai, um homem simples mas cheio de sabedoria, escuta, calmamente, o filho que continua a reclamar:
- O Juca me humilhou na frente dos meus amigos. Não aceito. Gostaria que ele ficasse doente sem poder ir à escola.
O pai escuta tudo calado enquanto caminha até um abrigo onde guardava um saco cheio de carvão. Levou o saco até o fundo do quintal e o menino o acompanhou, calado. Zeca vê o saco ser aberto e antes mesmo que ele pudesse fazer uma pergunta,o pai lhe propõe algo:
- Filho, faz de conta que aquela camisa branquinha que está secando no varal é o seu amiguinho Juca e cada pedaço de carvão é um mau pensamento seu, endereçado a ele. Quero que você jogue todo o carvão do saco na camisa, até o último pedaço. Depois eu volto para ver como ficou.
O menino achou que seria uma brincadeira divertida e pôs mãos à obra. O varal com a camisa estava longe do menino e poucos pedaços acertavam o alvo. Uma hora se passou e o menino terminou a tarefa. O pai que espiava tudo de longe, se aproxima do menino e lhe pergunta:
- Filho como está se sentindo agora?
- Estou cansado mas estou alegre porque acertei muitos pedaços de carvão na camisa.
O pai olha para o menino, que fica sem entender a razão daquela brincadeira, e carinhoso lhe fala:
- Venha comigo até o meu quarto, quero lhe mostrar uma coisa.
O filho acompanha o pai até o quarto e é colocado na frente de um grande espelho onde pode ver seu corpo todo. Que susto! Só se conseguia enxergar seus dentes e os olhinhos.
O pai, então, lhe diz ternamente:
- Filho, você viu que a camisa quase não se sujou; mas, olhe só para você. O mau que desejamos aos outros é como o que lhe aconteceu. Por mais que possamos atrapalhar a vida de alguém com nossos pensamentos, a borra, os resíduos, a fuligem ficam sempre em nós mesmos.

Você é cenoura, ovo ou café? - Reflexão do dia 20/10/2010

Uma filha se queixou a seu pai sobre sua vida e de como as coisas estavam difíceis para ela.

Ela já não sabia mais o que fazer e queria desistir.
Estava cansada de lutar e combater.
Parecia que assim que um problema estava resolvido, um outro surgia.

Seu pai, um chef, levou-a até a cozinha dele. Encheu três panelas com água e colocou cada uma delas em fogo alto. Em uma ele colocou cenouras, em outra colocou ovos e, na última, pó de café.
Deixou que tudo fervesse, sem dizer uma palavra.


A filha deu um suspiro e esperou impacientemente, imaginando o que ele estaria fazendo.
Cerca de vinte minutos depois, ele apagou as bocas de gás.
Pescou as cenouras e as colocou em uma tigela.
Retirou os ovos e os colocou em uma tigela.
Então pegou o café com uma concha e o colocou em uma tigela.


Virando-se para ela, perguntou:



- Querida, o que você está vendo?



- Cenouras, ovos e café – Ela respondeu.



Ele a trouxe para mais perto e pediu-lhe para experimentar as cenouras.
Ela obedeceu e notou que as cenouras estavam macias.


Ele, então, pediu-lhe que pegasse um ovo e o quebrasse.
Ela obedeceu e depois de retirar a casca verificou que o ovo endurecera com a fervura.


Finalmente, ele lhe pediu que tomasse um gole do café.
Ela sorriu ao provar seu aroma delicioso.


- O que isto significa pai? - Ela perguntou.



Ele explicou que cada um deles havia enfrentado a mesma adversidade, a água fervendo,
mas que cada um reagira de maneira diferente.


A cenoura entrara forte, firme e inflexível, mas depois de ter sido submetida à água fervendo,
ela amolecera e se tornara frágil.
Os ovos eram frágeis, sua casca fina havia protegido o líquido interior, mas depois de terem
sido fervidos na água, seu interior se tornara mais rijo.


O pó de café, contudo, era incomparável; depois que fora colocado na água fervente,
ele havia mudado a água.


Ele perguntou à filha:



- Qual deles você é, minha querida?
Quando a adversidade bate à sua porta, como você responde?
Você é como a cenoura que parece forte, mas com a dor e a diversidade você murcha, torna-se frágil e perde sua força? Ou será você como o ovo, que começa com um coração maleável, mas que depois de alguma perda ou decepção se torna mais duro, apesar de a casca parecer a mesma?
Ou será que você é como o pó de café,capaz de transformar a adversidade em algo melhor ainda do que ele próprio?


Moral da História: Somos nós os responsáveis pelas próprias decisões.
Cabe a nós, somente a nós, decidir se a suposta crise irá ou não afetar nosso rendimento
profissional, nossos relacionamentos pessoais, nossa vida enfim.

Ao ouvir outras pessoas reclamando da situação, ofereça uma palavra positiva.
Mas você precisa acreditar nisso.
Confiar que você tem capacidade e tenacidade suficientes para superar este desafio.

Sempre que você for tomar um café, lembre-se dessa história.
Não permita que as adversidades, destruam os seus verdadeiros sentimentos.
Coloque-se no colo de Jesus e, com o seu sim, ele te transformará em "café",
ou seja, em alguém melhor do que você já é.